terça-feira, 13 de setembro de 2011

Experiências EaD

A Educação e as mudanças Tecnológicas

            Ser professora fez parte de um sonho tardio que realizei após ter iniciado uma vida profissional em outra área e me dedicado a ela por anos a fio, porém, segui em busca da realização desse sonho: ajudar o ser humano a conquistar o melhor de si, a construir um futuro mais digno. Por isso minha graduação e posterior pós em Educação.
            Ao entrar em contato com a Educação a Distância (EaD), confesso fui tomada de certos preconceitos e instada a quebrar alguns paradigmas através de muita informação e reflexão a respeito dessa nova modalidade de ensino. Acredito, a partir de então, que esta seria uma solução para os problemas educacionais de nosso país, democratizando o processo de ensino..
          Refletindo sobre educação a Distância não podemos deixar de considerar as novas formas com que a sociedade passou a buscar informações, de maneira informatizada, através das mais novas tecnologias. Percebendo essas mudanças as instituições de ensino trataram de prover essa necessidade. Neste contexto cabem adequações de ensino a esse novo sistema e alterações das políticas públicas para regulamentar essa nova modalidade de ensino.
Pensando sobre como essas mudanças tecnológicas vem refletir sobre a educação devemos considerar a importâncias de incorporar as novas tecnologias ao processo educacional, identificando as várias formas de aprender e inovando formas de ensinar.
Para que isso tudo dê certo devemos investir na qualidade de ensino que irá requerer um Projeto Pedagógico coerente, aberto e participativo, docentes preparados: intelectual, emocional, comunicacional e eticamente, e por fim, alunos motivados com capacidade de gerenciamento pessoal e grupal.
            Seguindo esse pensamento modificam-se então as funções do professor nesse contexto que precisará ser um estimulador da curiosidade por conhecer, pesquisar e buscar a informação. Pegando um viés da Pedagogia Empresarial o professor passa a ser então um facilitador na busca de conhecimentos, um treinador (coaching).
            Do ponto de vista do aluno, o ensino a distância irá requer maior dedicação e empenho, pois, contrariando paradigmas a Educação a Distância irá disponibilizar uma maior quantidade de informações que exigirá do aluno mais disciplina e atenção do que nos cursos presenciais.
            É fato então que a Educação a Distância  está revolucionando nossa maneira de enxergar o ensino e que adaptações deverão ser feitas em todos os sentidos, quer seja, no âmbito institucional, ou no pessoal, alterando assim os papéis de professor e aluno no sentido de reinterpretar sua participação neste novo processo de ensino-aprendizagem. 
            Concluindo, a tecnologia deverá cumprir seu papel de aproximar as pessoas e melhorar as condições de vida. Por que a Educação deveria ficar de fora?
      Claudia Bertazzo     

Proposta prevê ensino a distância para aluno deficiente.

Proposta prevê ensino a distância para aluno deficiente

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Tramita na Câmara o Projeto de Lei 508/11, do Senado, que assegura o acesso escolar ao aluno cuja deficiência o impede de frequentar estabelecimentos de ensino. A proposta prevê atendimento educacional em local especial, recursos pedagógicos de educação a distância e outros que se utilizem da internet.
O autor, ex-senador Augusto Botelho (RR), ressalta que a deficiência pode impedir que o estudante se desloque para as escolas especiais, o que cercearia seu acesso à educação.
Lei atual
O projeto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/96). A lei estabelece que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante diversas garantias, entre elas o atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.
A lei também obriga os sistemas de ensino a assegurar aos alunos com necessidades especiais, entre outros pontos:
- currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;
- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Disponível em: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=7950152803239723162 Acesso em 30Agos.2011. 14:57h.

Comentário sobre a postagem:

Uma das vantagens do ensino a distância é garantir a inclusão social na valorização do ser humano integrado ao meio em que vive. Para alguns portadores de necessidades especiais talvez a única possibilidade de formação profissional.

Claudia Bertazzo

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Um milhão de alunos a distância – MEC

Um milhão de alunos a distância – MEC

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O Brasil terá até o final do ano cerca de um milhão de estudantes universitários matriculados em cursos à distância. A previsão é de Hélio Chave Filho, diretor de Regulação e Supervisão da Educação à Distância do Ministério da Educação, durante debate na Universidade de São Paulo.
Segundo o representante do órgão,atualmente o país contabiliza aproximadamente 870 mil estudantes nesta modalidade de ensino.
O número total de alunos matriculados será divulgado no Censo da Educação Superior, previsto para ser apresentado ainda este ano.
Disponivel em :http://www.educacaoadistancia.blog.br/um-milhao-de-alunos-a-distancia-mec/acesso%20em  Acesso em: 24Agos.2011.


Comentando a postagem : Um milhão de alunos a distância – MEC

Os resultados estão aí comprovando a difusão dessa modalidade de ensino no país e no mundo, trazendo autonomia, democratização do ensino, acessibilidade. Porém não podemos nos esquecer de regulamentar os pilares dessa educação à distância. Precisamos nos mobilizar para que os alunos e profissionais dessa modalidade de ensino tenham assegurados seus direitos discente e docentes. O reconhecimento pela sociedade,excessivo número de alunos por tutor, a regulamentação das profissões que essa modalidade envolve são questões que não podem ser relegadas ao esquecimento, pois, comprometem todo o sistema EAD.

Claudia Bertazzo

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Deputada quer debater Educação a Distância

Deputada quer debater Educação a Distância

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A deputada federal Professora Dorinha (DEM/TO) apresentou requerimento à Comissão de Educação (CEC) que solicita a realização de audiência pública para debater os desafios da educação à distância no Brasil. O documento, protocolado nesta quarta-feira, 06, tem como objetivos debater questões relacionadas à regulamentação do Ensino a Distância – EAD no Brasil, a questão do preconceito e discriminação praticados pelo Conselho Federal de Serviço Social aos acadêmicos do curso em EAD, e a questão da regulação e controle de qualidade dos cursos na modalidade EAD.
Segundo Dorinha, milhares de estudantes em diversos pontos do país estão matriculados em cursos à distância e necessitam de um acompanhamento na qualidade do ensino ofertado. “A democratização que o ensino à distância proporcionou à educação é louvável. Porém, temos que primar pela excelência do ensino, para termos profissionais qualificados no mercado de trabalho. Vale ainda ressaltar que está sendo debatido o PRONATEC, que tem como objetivo expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos técnicos e profissionais de nível médio, e de cursos de formação inicial e continuada para trabalhadores.”, disse a parlamentar.
Serão convidados para a audiência pública Fernando Haddad,Ministro da Educação;
Sâmia Rodrigues Ramos, Presidente do Conselho Federal de Serviço Social; Marcos Formiga, Associação Brasileira de Ensino a Distância; Hélio Chaves Filho, Diretor de Regulação e Supervisão em EAD do Ministério da Educação; Ricardo Holz, Presidente da Associação Brasileira dos Estudantes de Educação a Distância.
PAR
Ainda nesta quarta-feira, 06, a deputada Professora Dorinha apresentou outro requerimento para realização de audiência pública, para tratar do PAR – Plano de Ações Articuladas da Educação. O PAR é um importante instrumento de gestão educacional. Ele é dividido em quatro dimensões: gestão educacional; formação de professores e de profissionais de apoio escolar; práticas pedagógicas; e infraestrutura física e recursos pedagógicos.
Participam da audiência pública sobre o PAR representantes do Ministério da Educação, do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação, Undime e Consed. (Da assessoria)

A deputada federal Professora Dorinha (DEM/TO) apresentou requerimento à Comissão de Educação (CEC) que solicita a realização de audiência pública para debater os desafios da educação à distância no Brasil
Por: Instituto EADVIRTUAL   @   14-07-2011    
http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=7950152803239723162&postID=4411129435920459825 Acesso em: 18Jul.2011. 11:41h.


Comentário sobre a postagem acima:

Por acreditar na Educação a Distância acho muito válida a proposta da autora, pois, como toda novidade, essa modalidade de ensino precisa sim ser refletida e regulamentada ao delinear os novos contornos do ensino aprendizagem no país.

Claudia Bertazzo

Jurista defende educação a distância para melhorar cursos de Direito

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O jurista Ives Gandra da Silva Martins, professor emérito da Universidade Mackenzie, de São Paulo, afirmou nesta terça-feira que não adianta cortar vagas em cursos de Direito mal avaliados, como defende a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para melhorar o ensino superior. Segundo Martins, a melhor forma de garantir a qualificação dos bacharéis é investir em cursos a distância.
“Para reverter os baixos índices de aprovação no Exame de Ordem é preciso incentivar os cursos a distância. A demanda pelo Direito não vai reduzir, então não adianta só cortar as vagas, é importante garantir a qualidade”, disse em entrevista ao Terra. O jurista defende que um dos problemas é oferecer o ensino longe dos grandes centros urbanos, já que os professores altamente qualificados dificilmente estão nesses locais.
“Se eu tenho uma faculdade distante dos grandes centros, é obvio que eu tenho mais dificuldade de ter professores capacitados”. De acordo com ele, dispor de profissionais preparados para o ensino do Direito é fundamental para a formação dos bacharéis. Portanto, a ideia seria oferecer graduações a distância, onde os alunos receberiam nas suas cidades todo o conteúdo necessário dos professores localizados nas capitais. Segundo ele, o ideal é que somente as provas fossem presenciais.
Martins afirma ainda que as faculdades públicas são insuficientes no País e que esse trabalho poderia ser desenvolvido por instituições privadas, desde que oferecessem um corpo docente altamente qualificado.
Questionado sobre a metodologia da prova da OAB, o jurista afirma que o problema não é o exame, mas o que os alunos aprendem na faculdade. “Hoje vemos cursos demasiadamente teorizados, com pouca prática. Os alunos saem da faculdade sem condições de fazer exercícios práticos, como a prova da OAB”. Segundo ele, os problemas de formação tornam-se evidentes em outros exames. “Para ser juiz hoje no Brasil, cerca de 1% passam na prova. Na OAB são quase 10%, ainda é muito se comparado com outros exames”.
Resultados do Exame de Ordem
A OAB divulgou nesta terça-feira a lista das 90 instituições de ensino superior com aprovação zero no último Exame de Ordem. A seleção, realizada em dezembro de 2010, reprovou 88,275% dos 106.891 bacharéis em Direito inscritos. Do total de candidatos, apenas 12.534 foram aprovados.
Nesta terça-feira, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante disse que o maior problema é a quantidade de cursos mal avaliados em funcionamento no País. “Lamentavelmente, isso é um reflexo do ensino jurídico do Brasil e da irresponsabilidade governamental de liberar mais cursos. Só na gestão da presidenta Dilma Rouseff já foram liberados mais 33. Temos cerca de 200 mil cursos e não há efetivamente mestres e doutores para preparar esses alunos”, disse Cavalcante.
Confira aqui a lista completa sobre desempenho no último Exame de Ordem.
Fonte: terra.com.br
Disponível em: http://www.educacaoadistancia.blog.br/jurista-defende-educacao-a-distancia-para-melhorar-cursos-de-direito/. Acesso em 06.Julho.2011.
Comentário da postagem:
 
Concordo com a proposta do jurista Ives Martins, e admiro sua atitude precursora ao levantar uma questão tão polêmica junto aos atuais cursos de Direito no país que nem sequer cogitam a hipótese da Educação a Distância.
 
Claudia Bertazzo